quinta-feira, 19 de novembro de 2015

Message in a box

Sábado participei de uma vivência incrível com a Rosa Maria Vianna. A segunda que fiz com esta professora mais do que especial. Cultura de paz, valores humanos, transformações.  Bem, eu tava precisando sair um pouco do ar, das questões práticas, dos problemas... Logo no primeiro exercício, ela propôs para a gente entrarmos em um jardim. O meu, claro, tinha muitos girassóis e uma fonte bem no meio. E ali, era preciso ver a família, os amigos, as pessoas importantes. Duas pessoa surgiram e com elas conversei. Depois dessa meditação, era hora de pegar alguém no salão para dividir nossa experiência. Eu conheci a Beth. Contei do meu jardim e das pessoas que apareceram nele. Ela me contou a história dela e ainda me fez um alerta: coloque suas dúvidas em em uma caixa. Na volta, a Rosa pediu para fazermos um desenho e assim surgiu minha caixa. A vivência transcorreu entre palavras, danças e inspirações. No final, disse para escrevermos o que aquela manhã tinha significado e o que faríamos de diferente a partir de então. Apesar do tom genérico de minhas palavras, duas resoluções: a primeira é trazer cuidados paliativos para nossa cidade. A segunda é fazer exatamente o que a querida Beth sugeriu: arrumar uma caixa.


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