segunda-feira, 16 de janeiro de 2012
Fechei uma porta
Hoje eu fechei uma porta. Ao trancar a fechadura lembrei o dia em que a abri pela primeira vez, em agosto de 2008. Assim que entrei naquele apartamento tão familiar e que tinha uma parede azul, foi então que muita coisa mudou. Em mim, na minha vida, para a Luiza. Foi um renascimento. Aquela era a nossa casa, o nosso espeço. E como eu fui feliz ali dentro, como me senti poderosa por, finalmente, comandar a minha vida sozinha. Só que em nenhum momento desses 3,5 anos que passei lá me senti sozinha. As fotos que fiz questão de espalhar pela sala, me lembravam sempre o quanto eu era querida; minha família, meus amigos, estavam todos lá. Eu entrava em casa e sabia que tinha sempre alguém à minha espera. Aquele apartamento do Edifício Santana (que eu sempre chamei de Anchieta) de alguma forma nunca deixará de ser meu, de fazer parte da minha história. Entrei ali quando a Dani Demo girl, a dona, partia para outros rumos. Saio e deixo “nossa casa”, já sem a parede azul, para ela novamente. Fecho mais essa porta em paz e feliz. Com a sensação de dever cumprido. Enfim, aprendi a crescer. Minha fase agora é outra: a da divisão. Ou melhor, da soma. Estou dividindo um teto, é verdade, mas acho que o correto é somar, pois nunca somei tanto com alguém. Obrigada, Dani, por me ajudar a chegar até aqui. Sem sua ajuda, jamais teria conseguido. Agora é sua vez. Divirta-se, porque naquele delicioso canto, cabem todos os sonhos do mundo. Pra você e pro Dalit!
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