quarta-feira, 11 de janeiro de 2017
Gramática
Ela tinha razão: fazia tempo mesmo que eu não aparecia por aqui. Mas o final de ano voou. Foram três viagens emendadas. Em um delas, tomamos vinho em uma banheira com luz colorida em uma suíte cuja diária custa mais de R$ 1.500. Tudo bem que encarar a feijoada vegana não foi fácil e a careta dela - "ai amor, não vou comer" - pra tal da linguiça que não era linguiça foi impagável. Nessa volta que tive a minha epifania: sim, era tudo que sempre busquei. Saí da Serra da Mantiqueira e peguei o caminho da praia, em cinco loucos dias pelo Litoral Norte. Viajamos juntas, de certa forma. Mal cheguei, peguei a mala, fiz uma pra Luiza e fui pro Rio de Janeiro. Fui turistar pesadamente. Voltei e férias, praia, praia, praia. Descansei e aí veio o Natal, o Ano-Novo. Motivos pra celebrar? Sim, eu tive. Pra agradecer, mais um monte. Na segunda pensei num post, mas estava no ônibus e acabei não escrevendo. Ontem, quando tentei, parei na quarta linha. Era algo sobre pontuações. Pontos finais, vírgulas, reticências. Sim, esses três pontos são tão bacanas... o futuro que se avista me parece cada vez melhor. Embora tenha um ponto e vírgula rondando por aí é algo que tento conviver, mesmo sabendo que um dia ele se transformará em ponto final.
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