quarta-feira, 20 de outubro de 2010
Pura maldade
Eu sempre li matérias, ouvi as pessoas falarem, mas, sinceramente, nunca tinha sentido na pele. Não sei se por falta de atenção ou porque não havia rolado mesmo. Claro que a gente desperta alguma curiosidade, interesse e, como a grama do vizinho é sempre mais verde, não duvido que alguém já tenha pensando que a minha vida é o máximo e a desejado, nem que por breves momentos. Eu faço isso de vez em quando, você também. Mas não é esse tipo de sentimento ingênuo que quero falar. Quero falar daquele que carrega a maldade. Quando você sente que, por nada, alguém quer te derrubar, puxar seu tapete, fazer maldade, fofoca, intriga. E aí você pensa: qual o objetivo? Não sou uma pessoa boazinha, beeeeeeeeem longe disso. Mas sou uma pessoa do bem, disposta a dar a mão, atenção. Só que sem forçar, sabe? Até porque desconfio horrores de gente muito mimimi. Prefiro gente de verdade, que sente, que fala, que sofre, que chora. Amo gente visceral. Tem uma categoria de seres humanos, os plantas, que eu corro. Mesmo com meu jeito meio exagerado de ser, não sou capaz de tentar minar, de prejudicar. E sabe por quê? Porque não adianta nada. Porque fica feio, empobrece a alma (de quem tenta fazer isso, ÓBVEEEO, – palavra em homenagem à minha amiga Ludmila Pilapavicius). É tão melhor ser legal, tão mais fácil, tão mais simples... Quem gosta de veneno não sabe disso, não entende isso, NÃO SENTE ISSO. Está tão entorpecido na substância da ruindade, que é incapaz de perceber os aromas e sabores que estão ao seu redor
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